
Seguro de moto em 2026: quanto custa, o que cobre e como economizar
# Seguro de moto em 2026: quanto custa, o que cobre e como economizar
Em 2026, o seguro de moto segue como uma das proteções mais importantes para quem usa a motocicleta no dia a dia — e uma das mais procuradas, porque as motos populares estão entre os veículos mais visados por criminosos no Brasil. Na prática, o valor do seguro de moto ficou mais acessível para motos de baixa cilindrada (que caíram de preço em relação a anos anteriores), mas varia muito conforme o modelo, o perfil do condutor e a região. Neste guia você descobre quanto custa, o que a apólice cobre, por que a moto é tão roubada e como economizar sem abrir mão da proteção.
Resposta rápida: o seguro de moto em 2026 custa, em média, entre R$ 800 e R$ 8.000 por ano, dependendo do modelo, perfil do condutor e região. Para uma moto popular de baixa cilindrada, como a Honda CG 160, o valor médio gira em torno de R$ 2.300 ao ano (cerca de R$ 190 por mês). O custo é puxado pelo risco de roubo — as motos de até 499 cc concentram a maior parte das ocorrências —, pelo valor das peças e pelo perfil de quem pilota.
Quanto custa o seguro de moto em 2026?
O preço do seguro de moto é calculado por seguradora, mas todos os fatores principais são os mesmos: modelo e valor da moto, cilindrada, idade e perfil do condutor, históricos de sinistros, local onde a moto circula e as coberturas escolhidas. Por isso, não existe um preço único — existem faixas.
| Tipo de moto | Exemplo de modelo | Seguro médio anual (2026) |
|---|---|---|
| Baixa cilindrada (popular) | Honda CG 160, Biz, NXR160 Bros | R$ 900 a R$ 2.500 |
| Média cilindrada (250cc) | Yamaha Fazer 250, XRE 300, CB 300F | R$ 2.000 a R$ 4.000 |
| Scooter/urbana | Honda PCX 150, Yamaha NMax | R$ 1.500 a R$ 3.500 |
| Esportivas e de média | Honda CB 500, Yamaha MT-07 | R$ 3.000 a R$ 6.000 |
| Alta cilindrada/premium | BMW, Triumph, Ducati | R$ 6.000 a R$ 8.000+ |
Fontes: tabelas de preço de seguro de moto para 2026 (seguroauto.org, smartia.com.br, cobraseguros.com.br) — valores médios de referência. O preço final depende do perfil de cada condutor.
Tomando como exemplo a Honda CG 160 Start 2026 — a moto mais vendida do Brasil —, o seguro médio fica em torno de R$ 2.330 por ano. Motos de baixa cilindrada e alto volume de vendas costumam ter apólice mais em conta justamente por terem peças e mão de obra mais baratas. Já motos de maior valor, importadas ou esportivas tendem a pesar mais no bolso.
O que o seguro de moto cobre?
A cobertura básica do seguro de moto é o compreensivo (roubo, furto e colisão), mas dá para contratar mais proteções conforme a sua necessidade. Veja as principais:
- Roubo e furto: indeniza o valor da moto (ou o valor de mercado, conforme a tabela FIPE) caso ela seja roubada ou furtada e não recuperada.
- Colisão (batida): cobre os danos causados à sua moto num acidente, independentemente de culpa.
- Danos a terceiros (RC): cobre danos materiais e corporais causados a outras pessoas ou veículos.
- Incêndio e queda: protege a moto contra incêndio e danos por queda acidental (muito comum em manobras e chuva).
- Assistência 24h: reboque, chaveiro, troca de pneu e socorro mecânico/elétrico.
- Danos pessoais de passageiro (APP): indeniza o passageiro transportado em caso de acidente.
Uma dúvida frequente é se o seguro de moto cobre o uso profissional (entrega/entregador ou motoboy). Nesse caso é preciso declarar o uso profissional na apólice, pois há risco maior — e o seguro pode ficar mais caro, mas dá cobertura adequada. Andar fazendo entregas “por fora” no seguro de uso pessoal pode gerar negativa de indenização. Veja como funciona a dinâmica das coberturas no seguro de veículos e motorista de aplicativo.
Por que a moto é tão roubada no Brasil?
As motos populares de baixa cilindrada são as campeãs de roubo e furto porque têm alta circulação, peças valorizadas no mercado paralelo e uso profissional (entregas). Segundo levantamento da Ituran Brasil com dados da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), de janeiro a abril de 2026, os modelos mais visados na Região Metropolitana de SP foram:
| Modelo | Nº de roubos/furtos (jan–abr 2026) |
|---|---|
| Honda CG 160 | 2.654 |
| Honda CG 150 | 315 |
| Honda XRE 300 | 257 |
| Yamaha Fazer 250 | 252 |
| Yamaha XTZ 250 | 241 |
| Honda CB 300F Twister | 223 |
| Honda PCX 150 | 213 |
| Honda NXR 160 Bros | 182 |
| TVS 110 Sport | 169 |
| Honda CG 125 | 162 |
Fontes: Ituran Brasil, dados da SSP-SP, janeiro–abril 2026, via Autoesporte (Globo). As motos de até 499 cc concentram cerca de 73,8% das ocorrências. Os roubos e furtos dessas categorias caíram cerca de 21% frente ao mesmo período de 2025.
Na prática, a Honda CG 160 é ao mesmo tempo a moto mais vendida do país e a mais roubada — o que reforça a importância de garantir a proteção, já que a reposição é cara. Quem circula em áreas de maior risco ou usa a moto profissionalmente tende a pagar seguro mais alto. Você pode conferir mais detalhes sobre o aumento de vendas de motos em 2026, os riscos de roubo e como se proteger.
Como o Seguro DPVAT entra nessa conta?
O Seguro DPVAT (seguro obrigatório que, após mudanças na legislação, passou a ser gerenciado de forma diferente) cobre indenizações por morte, invalidez e reembolso de despesas médico-hospitalares em acidentes de trânsito — inclusive para motociclistas. Ele é diferente do seguro de moto voluntário: enquanto o DPVAT protege a pessoa (condutor, passageiros, pedestres) num acidente, o seguro de moto protege o veículo (roubo, colisão, danos). Ter os dois é o ideal: um protege você e os envolvidos, o outro protege o seu patrimônio. Confira nosso guia sobre o seguro DPVAT e a isenção por dois anos.
O que faz o seguro de moto ficar mais caro?
Vários fatores aumentam o valor da apólice. Conhecer cada um ajuda a entender (e a reduzir) o preço:
- Modelo e cilindrada: motos esportivas, importadas ou de alta cilindrada têm peças e reparos mais caros.
- Região de circulação: viver em locais com altas taxas de roubo encarece o seguro.
- Perfil do condutor (idade): pilotos mais jovens (< 25 anos) e com pouca experiência pagam mais.
- Histórico de sinistros: quem já teve ocorrências tem franquia e preço maiores.
- Uso profissional: entregas e motofrete elevam o risco e o valor.
- Rastreador e dispositivos antifurto: reduzem o risco e costumam gerar desconto.
Uma boa forma de entender como as seguradoras chegam ao valor é ler como funciona o cálculo do seguro de veículos e o que considerar na hora de contratar um seguro.
Como economizar no seguro de moto sem abrir mão da proteção?
Dá para reduzir o valor da apólice com algumas estratégias — sem contratar cobertura errada ou básica demais:
1. Compare seguradoras: os preços variam bastante. Uma cotação com corretora completa (como a Valente Seguros, em Santo André) compara as principais seguradoras de uma vez.
2. Use rastreador/tracker: muitas seguradoras dão desconto (às vezes de 10% a 20%) com dispositivo antifurto homologado.
3. Escolha a franquia certa: franquias maiores reduzem o prêmio, mas cuidado para não ficar com uma franquia que você não conseguiria pagar num sinistro.
4. Perfil de condutor: se você tem mais de um piloto em casa, avalie quem é declarado como condutor principal — isso afeta o preço.
5. Pague à vista: o parcelamento costuma embutir juros.
6. Evite usar a moto para fins não declarados: declarar uso pessoal para fazer entregas pode anular a cobertura e gerar prejuízo maior.
Tenha atenção também para não contratar cobertura desnecessária às pressas. Muita gente fecha o seguro no app ou pelo telefone achando que está “completo” e acaba com cobertura básica que não atende ao uso real — e quando precisa de ajuda, tem que resolver tudo no 0800. Por isso, vale a pena fazer com uma corretora de confiança, que monta a apólice certa para o seu perfil e acompanha você durante todo o contrato. Veja mais dicas de como pagar menos no seguro do seu veículo e entenda a diferença entre proteção veicular e seguro auto antes de decidir.
Quais cuidados extras para proteger a sua moto?
Além do seguro, alguns hábitos reduzem o risco de se tornar vítima:
- Trava no disco e corrente: dificultam a ação rápida de criminosos.
- Rastreador e corta-corrente: além de descontos no seguro, ajudam na recuperação.
- Estacionar em locais movimentados e iluminados: longe de ruas desertas.
- Evite deixar a moto na rua por longos períodos: garagem reduz muito o risco.
- Não deixe capacete e objetos à mostra: reduzem a atratividade.
Se você quer entender melhor o comportamento seguro na pilotagem, vale conferir nossas dicas para evitar acidentes de trânsito e a importância de itens como o airbag para motos.
Perguntas frequentes sobre seguro de moto
Quanto custa o seguro de moto em 2026?
Em média, entre R$ 800 e R$ 8.000 por ano. Para motos populares de baixa cilindrada, como a Honda CG 160, gira em torno de R$ 2.300 anuais — valor que varia conforme modelo, perfil do condutor e região.
O seguro de moto é obrigatório?
O seguro obrigatório é o DPVAT (protege a pessoa em acidentes de trânsito). O seguro de moto voluntário (roubo, colisão, danos a terceiros) não é obrigatório, mas é muito recomendado — especialmente porque as motos populares estão entre as mais roubadas do país.
Qual a moto mais roubada no Brasil?
A Honda CG 160, que também é a moto mais vendida do país. Segundo dados da SSP-SP (via Ituran), ela liderou com folga os roubos e furtos em 2026, com 2.654 ocorrências só na Região Metropolitana de SP entre janeiro e abril.
O seguro de moto cobre entregas (motoboy)?
Só se o uso profissional estiver declarado na apólice. Andar fazendo entregas no seguro de uso pessoal pode gerar negativa de indenização em caso de sinistro.
Quantas parcelas dá para pagar o seguro de moto?
Depende da seguradora, mas o comum é parcelar em até 12x. Pagar à vista costuma dar desconto, já que o parcelamento pode embutir juros.
Como saber o valor exato do meu seguro de moto?
O valor exato depende de um perfil individual (moto, condutor, região e coberturas). A forma mais segura é cotar com uma corretora de confiança, que compara as principais seguradoras e monta a apólice ideal para o seu caso.
Fale conosco pelo WhatsApp e faça uma cotação 👉 Fale com a Valente Seguros no WhatsApp





