Seguro de moto em 2026: quanto custa, o que cobre e como economizar

Resumo em 30 segundos

  • O seguro de moto é uma das proteções mais procuradas do país, porque as motos populares estão entre os veículos mais visados por criminosos no Brasil.
  • O valor do seguro de moto em 2026 costuma ficar entre R$ 800 e R$ 8.000 por ano, dependendo do modelo, do perfil do condutor e da região — para uma moto popular, como a Honda CG 160, gira em torno de R$ 2.300 ao ano (cerca de R$ 190 por mês).
  • Existe o plano básico (roubo + furto + guincho/assistência) e as coberturas opcionais (danos a terceiros, colisão em perda total e parcial, incêndio, danos pessoais de passageiro etc.).
  • Hoje mais seguradoras aceitam motos — de especialistas como a Suhai a gigantes como Ituran e Porto Seguro. Antigamente, muita coisa era “risco sem aceitação”.
  • Na Valente Seguros você cota todas as seguradoras em um só lugar — e somos especialistas em seguro de motos há mais de 30 anos.

Em 2026, o seguro de moto segue como uma das proteções mais importantes para quem usa a motocicleta no dia a dia — e uma das mais procuradas, porque as motos populares estão entre os veículos mais visados por criminosos no Brasil. Na prática, o valor do seguro de moto ficou mais acessível para motos de baixa cilindrada, mas varia muito conforme o modelo, o perfil do condutor e a região.

Neste guia, você descobre quanto custa, o que a apólice cobre, quais são os planos e coberturas opcionais, quais seguradoras atendem motos hoje e como economizar sem abrir mão da proteção.

Resposta rápida: o seguro de moto em 2026 custa, em média, entre R$ 800 e R$ 8.000 por ano, dependendo do modelo, perfil do condutor e região. Para uma moto popular de baixa cilindrada, como a Honda CG 160, o valor médio gira em torno de R$ 2.300 ao ano (cerca de R$ 190 por mês). O custo é puxado pelo risco de roubo, pelo valor das peças e pelo perfil de quem pilota.

O mercado de motos está em alta — e o seguro de moto também

As vendas de motos cresceram com força no Brasil em 2026 — puxadas pelo uso urbano, pelas entregas por aplicativo e pela procura de veículos mais econômicos. Esse crescimento tem um efeito direto: mais motos na rua, mais procura por seguro de moto.

A região Nordeste é uma das que mais crescem nessa busca por valor de seguro de moto — estados como Bahia, Pernambuco e Ceará têm aumento forte tanto de frota quanto de roubos, o que faz a cotação ser cada vez mais procurada. Em todo o Brasil, a Honda CG 160 é ao mesmo tempo a moto mais vendida e a mais roubada, o que explica a corrida pela proteção. Veja o cenário completo em aumento nas vendas de motos em 2026.

Quanto custa o seguro de moto em 2026?

O preço do seguro de moto é calculado por cada seguradora, mas os fatores são sempre os mesmos: modelo e valor da moto, cilindrada, idade e perfil do condutor, histórico de sinistros, local onde a moto circula e as coberturas escolhidas. Por isso, não existe preço único — existem faixas.

Tipo de moto Exemplo de modelo Seguro médio anual (2026)
Baixa cilindrada (popular) Honda CG 160, Biz, NXR160 Bros R$ 900 a R$ 2.500
Média cilindrada (250cc) Yamaha Fazer 250, XRE 300, CB 300F R$ 2.000 a R$ 4.000
Scooter/urbana Honda PCX 150, Yamaha NMax R$ 1.500 a R$ 3.500
Esportivas e de média Honda CB 500, Yamaha MT-07 R$ 3.000 a R$ 6.000
Alta cilindrada/premium BMW, Triumph, Ducati R$ 6.000 a R$ 8.000+

Fontes: tabelas de referência de preço de seguro de moto para 2026. Os valores são médios e o valor final do seguro de moto depende do perfil de cada condutor e da seguradora.

Tomando como exemplo a Honda CG 160 Start 2026 — a moto mais vendida do Brasil —, o seguro de moto médio fica em torno de R$ 2.330 por ano. Motos de baixa cilindrada e alto volume de vendas costumam ter apólice mais em conta por terem peças e mão de obra mais baratas. Já motos de maior valor, importadas ou esportivas tendem a pesar mais no bolso.

Planos de seguro de moto: básico e com coberturas opcionais

O seguro de moto costuma ser montado em camadas. Há um plano básico, que resolve o essencial, e coberturas opcionais, que você adiciona conforme a sua necessidade.

Plano básico

Cobertura O que faz
Roubo e furto Indeniza o valor da moto (conforme a tabela FIPE) se ela for roubada ou furtada e não recuperada
Guincho / assistência 24h Reboque, chaveiro, troca de pneu e socorro mecânico/elétrico

Coberturas opcionais

Cobertura O que faz
Danos a terceiros (RC) Cobre danos materiais e corporais causados a outras pessoas ou veículos
Colisão em perda total Indeniza a moto quando a batida a deixa irrecuperável (perda total)
Colisão parcial Cobre os danos da batida quando dá para consertar (perda parcial)
Incêndio Protege contra incêndio e, conforme a apólice, danos por queda
Danos pessoais de passageiro (APP) Indeniza o passageiro transportado em caso de acidente
Cobertura de acessórios Cobre itens como baú, bauleto, escapamento e acessórios instalados

Dica: o plano básico (roubo + furto + guincho) protege contra a perda da moto, mas não cobre batidas nem danos a terceiros. Se você usa a moto todos os dias, vale somar colisão e danos a terceiros.

Uma dúvida frequente é se o seguro de moto cobre o uso profissional (entregador ou motoboy). Nesse caso é preciso declarar o uso profissional na apólice, pois o risco é maior — o seguro pode ficar mais caro, mas dá cobertura adequada. Andar fazendo entregas “por fora” num seguro de uso pessoal pode gerar negativa de indenização. Veja como funcionam as coberturas no seguro para motorista de aplicativo.

Quais seguradoras aceitam seguro de moto hoje?

Antigamente, contratar seguro de moto era difícil: muitas seguradoras tratavam moto como “risco sem aceitação” e simplesmente não vendiam a apólice. Isso mudou bastante. Hoje, o mercado abriu:

  • Suhai — seguradora especialista em motos, nasceu focada nesse público e é uma das mais conhecidas do segmento;
  • Ituran — tradicional em rastreamento e proteção veicular, também entrou no mercado de seguro de moto;
  • Porto Seguro — gigante do seguro auto, passou a aceitar motos e oferece planos para o segmento;
  • Além dessas, outras seguradoras e plataformas atendem motos, com condições que variam conforme a região e o modelo.

O ponto prático: como cada seguradora aceita modelos e regiões diferentes, o valor do seguro de moto pode variar muito de uma para outra. É aí que cotar em vários lugares ao mesmo tempo faz diferença.

O que faz o seguro de moto ficar mais caro?

Vários fatores aumentam o valor da apólice. Conhecer cada um ajuda a entender (e a reduzir) o preço:

  • Modelo e cilindrada: motos esportivas, importadas ou de alta cilindrada têm peças e reparos mais caros;
  • Região de circulação: viver em locais com altas taxas de roubo encarece o seguro;
  • Perfil do condutor (idade): pilotos mais jovens (menos de 25 anos) e com pouca experiência pagam mais;
  • Histórico de sinistros: quem já teve ocorrências tem franquia e preço maiores;
  • Uso profissional: entregas e motofrete elevam o risco e o valor;
  • Rastreador e dispositivos antifurto: reduzem o risco e costumam gerar desconto.

Uma boa forma de entender como as seguradoras chegam ao valor é ver como funciona o cálculo do seguro de veículos e o que considerar na hora de contratar um seguro.

Como economizar no seguro de moto sem abrir mão da proteção

Dá para reduzir o valor do seguro de moto com algumas estratégias — sem contratar cobertura errada ou básica demais:

  1. Compare seguradoras: os preços variam bastante. Uma cotação com corretora completa compara as principais seguradoras de uma vez;
  2. Use rastreador/tracker: muitas seguradoras dão desconto (às vezes de 10% a 20%) com dispositivo antifurto homologado;
  3. Escolha a franquia certa: franquias maiores reduzem o prêmio, mas cuidado para não ficar com uma franquia que você não conseguiria pagar num sinistro;
  4. Perfil de condutor: se há mais de um piloto em casa, avalie quem é declarado como condutor principal — isso afeta o preço;
  5. Pague à vista: o parcelamento costuma embutir juros;
  6. Evite usar a moto para fins não declarados: declarar uso pessoal para fazer entregas pode anular a cobertura.

Tenha atenção também para não contratar cobertura às pressas. Muita gente fecha o seguro no app ou pelo telefone achando que está “completo” e acaba com cobertura básica que não atende ao uso real — e, quando precisa de ajuda, tem que resolver tudo no 0800. Por isso, vale fazer com uma corretora de confiança, que monta a apólice certa para o seu perfil e acompanha você durante todo o contrato. Entenda a diferença entre proteção veicular e seguro auto antes de decidir.

Quais cuidados extras para proteger a sua moto?

Além do seguro, alguns hábitos reduzem o risco de se tornar vítima:

  • Trava no disco e corrente: dificultam a ação rápida de criminosos;
  • Rastreador e corta-corrente: além de descontos no seguro, ajudam na recuperação;
  • Estacionar em locais movimentados e iluminados: longe de ruas desertas;
  • Evite deixar a moto na rua por longos períodos: garagem reduz muito o risco;
  • Não deixe capacete e objetos à mostra: reduzem a atratividade.

Se você quer pilotar com mais segurança, veja nossas dicas para evitar acidentes de trânsito e a importância de itens como o airbag para motos.

Especialistas em seguro de moto há mais de 30 anos

Aqui na Valente Seguros somos especialistas em seguro de motos há mais de 30 anos. Em vez de cotar em um site só, você cota todas as seguradoras em um só lugar — Suhai, Ituran, Porto Seguro e outras — e compara o valor do seguro de moto lado a lado.

Isso importa porque, no seguro de moto, cada detalhe muda o preço: o modelo, a cilindrada, a região, o uso e o perfil do condutor. Uma corretora especializada lê o seu caso e encontra a melhor combinação de cobertura e preço — sem empurrar plano básico demais nem cobertura desnecessária.

Perguntas frequentes sobre seguro de moto

Quanto custa o seguro de moto em 2026? Em média, entre R$ 800 e R$ 8.000 por ano. Para motos populares de baixa cilindrada, como a Honda CG 160, gira em torno de R$ 2.300 anuais — valor que varia conforme modelo, perfil do condutor e região.

O que o plano básico de seguro de moto cobre? O básico costuma cobrir roubo, furto e guincho/assistência 24h. A colisão, os danos a terceiros e o incêndio geralmente entram como coberturas opcionais.

Quais coberturas opcionais existem para moto? Danos a terceiros (RC), colisão em perda total, colisão parcial, incêndio, danos pessoais de passageiro (APP) e cobertura de acessórios, entre outras.

Quais seguradoras aceitam seguro de moto hoje? Hoje o mercado é bem mais aberto do que no passado. Há especialistas como a Suhai, além de Ituran e Porto Seguro, que também atendem motos. Antigamente, muita coisa era tratada como risco sem aceitação.

O seguro de moto é obrigatório? O seguro obrigatório é o DPVAT (protege a pessoa em acidentes de trânsito). O seguro de moto voluntário não é obrigatório, mas é muito recomendado — especialmente porque as motos populares estão entre as mais roubadas do país.

Qual a moto mais roubada no Brasil? A Honda CG 160, que também é a moto mais vendida do país. Segundo dados da SSP-SP (via Ituran), ela liderou com folga os roubos e furtos em 2026, com 2.654 ocorrências só na Região Metropolitana de SP entre janeiro e abril.

O seguro de moto cobre entregas (motoboy)? Só se o uso profissional estiver declarado na apólice. Andar fazendo entregas no seguro de uso pessoal pode gerar negativa de indenização em caso de sinistro.

Por que o valor do seguro de moto subiu no Nordeste? O Nordeste vive forte crescimento de frota e de ocorrências de roubo, o que aumenta o risco e, com ele, o valor do seguro de moto na região. Cotar com uma corretora ajuda a encontrar a melhor condição.

Como saber o valor exato do meu seguro de moto? O valor exato depende de um perfil individual (moto, condutor, região e coberturas). A forma mais segura é cotar com uma corretora de confiança, que compara as principais seguradoras e monta a apólice ideal para o seu caso.

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*Artigo atualizado em setembro de 2026. Conteúdo informativo sobre seguro de moto, valores e coberturas; valores médios de referência e o preço final depende do perfil do condutor e da seguradora.*

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